segunda-feira, 14 de junho de 2010
SADAKO SASAKI
Sadako Sasaki
Sadako e o TSURU da Paz
Uma crença popular ficou associada a uma história que aconteceu no pós-guerra depois da explosão das bombas nucleares que atingiram milhares de civis, mulheres, idosos, e muitas crianças...
Uma dessas crianças chamava-se Sadako Sasaki, que com dois anos de idade vivia a uma distância considerável do local da explosão. Sadako sobreviveu sem aparentar efeitos nocivos e viveu uma infância feliz, a brincar.
Dez anos se passaram e Sadako cresceu forte, sensível e bonita. Aos doze anos Sadako gostava muito de correr. Um dia, muito cansada, caiu. Foi levada para o hospital onde descobriram que tinha Leucemia, denominada na altura como "Doença da Bomba", pois se tinha desenvolvido devido a exposição à radiação.
Uma vez no Hospital, todos os dias a sua melhor amiga levava bonitos papéis e a ensinou a dobrar o pássaro TSURU. Juntas dobravam, e juntas falavam da lenda dos 1000 TSURUS, quem os fizer o seu desejo se realizará, assim o dizem. Por cada TSURU dobrado, o desejo era sempre o mesmo - para ficar bem.
A menina Sadako mais tarde decidiu que, mesmo com muito esforço, terminaria os mil TSURUS pensando e pedindo para que nunca mais nenhuma criança tivesse que sofrer os males da guerra.
No dia 25 de Outubro de 1955, Sasako dobrou o seu último TSURU nº 644, não resistiu à doença e nesse dia se tornou mais um dos muitos acidentes de uma guerra que tinha terminado dez anos atrás.
Os seus colegas da escola acabaram os restantes 366 TSURUS que faltavam para homenagear a memória e pedido de Sadako e participaram do seu desejo de que bombas de destruição massiva não seriam utilizadas novamente. Os 39 colegas de turma da menina Sadako conseguiram mobilizar mais de 3000 escolas no Japão e nove de outros países e assim conseguiram juntar a quantia necessária para a construção do "Monumento das crianças à Paz"(1958), localizado no parque da Paz, em Hiroxima.
Ficou um monumento para homenagear Sadako, tal como todas as crianças que morreram devido à guerra, que mais tarde se tornou um símbolo internacional da Paz.
Todos os anos, milhares de crianças visitam o memorial trazendo cadeias de TSURUS dobrados para colocar na sua base. Cada um TSURU é uma oração e o desejo de milhares pela Paz.
A guerra tem efeitos duradouros. Muito tempo depois da agressão ter cessado os efeitos negativos continuam. O Japão é apenas um dos inúmeros países que continua a ser atormentado pelos efeitos das bombas atómicas que foram lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki. A história de Sadako Sasaki desperta para a discussão sobre a necessidade de Paz, nomeadamente para as crianças.
mais informação sobre o monumento
http://www.city.hiroshima.jp/shimin/heiwa/monument.html
dados para enviar TSURUS para Japão
http://www.city.hiroshima.jp/shimin/heiwa/crane.html
mais informação sobre origami e Sadako
http://seinensa.vilabol.uol.com.br/cultura/origami/origami.htm
mais uma lenda TSURU. Um filme /animação bonito com atmosferas japonesas. em japonês...
http://www.youtube.com/watch?v=dh6jkeVn3nM
RETIRADO DAQUI:
Anne Frank teria feito 81 anos no passado dia 12 de Junho.


Annelisse Maria Frank, mais conhecida como Anne Frank, (Frankfurt am Main, 12 de Junho de 1929 — Bergen-Belsen, início de Março de 1945) foi uma adolescente alemã de origem judaica, que morreu aos 15 anos num campo de concentração. O seu diário, por si denominado de Kitty, foi publicado pela primeira vez em 1947 e é actualmente um dos livros mais traduzidos em todo o mundo.
A Kitty, d'O CONVITE, é uma personagem que pretende ser apresentada às crianças por forma a não deixar esquecer uma estória de história, a Anne Frank e Aristides de Sousa Mendes.
Esta pequena escultura é obra de JU, jovem estudante da FBAUL, sobre um desenho original de Sofia Silva.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Hoje "As Lágrimas Estão Todas na Garganta do Mar", IMF

Sobre o livro
.
É minha firme opinião que a Isabel Mendes Ferreira é, para além de uma excelente artista plástica - representada em várias colecções particulares, na Europa e nas américas, a nossa melhor Poeta. Já o disse, escrevi, redisse e rescrevi, que “ler Isabel Mendes Ferreira é como assistir ao descerrar de auroras, cantando e reinventado palavras de diferentes paladares por detrás dos fiapos da memória e da respiração das manhãs”, e continuarei a dizer e a escrever o mesmo, enquanto não aparecer no actual panorama literário português, alguém que altere esta convicção, formada desde o dia em que a descobri e de que não esqueço a forte impressão que senti ao lê-la: uma pedrada na “modorra” instalada.
Ninguém actualmente escreve como a Isabel Mendes Ferreira: nem com a profundidade nem com o estilo, nem com a qualidade que lhe advém do domínio absoluto da escrita e de um jogo de palavras soberbo.
Como se pode ler no posfácio, “O sentido ambíguo da sua escrita, converte-se no que o excede e onde ser o mesmo é ser outro de si (é outrar-se, como diz Fernando Pessoa), o que apela à desconstrução do discurso tradicional”.
Para mim, é pois, extremamente gratificante falar do novo livro de uma escritora e poeta, despojada de falsas crenças da unidade da consciência identitativa, de uma escritora que transporta os verbos que ainda não estão corroídos, pervertidos, subvertidos, gastos, e que com ela voltam fantásticos, imortais, castos e vestidos de denso sentir.
Este é um livro que me fascina, aprecio-lhe o cheiro das areias do deserto e a cor do cair da noite quantas vezes ruborizada de pudor e aureolada de luminosidade divina, um livro para ler e reler, uma instância de retemperação, um livro onde voltaremos amiúde e que será dado a conhecer ao mundo no inicio de Junho, pela Editora Babel, com chancela da Arcádia.
"As Lágrimas Estão Todas na Graganta do Mar", integra uma novíssima colecção de poesia, iniciada por David Mourão Ferreira e onde será o terceiro título da colecção.
José PiresF
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Novo Apelo - LIVROS para TIMOR


MAIS UM APELO DO MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO - MIL
Caros amigos
esta mensagem serve para apelar à participação de todos os interessados numa demanda do MIL - Movimento Internacional Lusófono, "Livros para Timor", em parceria com a Associação de Apoio da Diocese de Baucau. O objectivo é promover a Língua Portuguesa junto das comunidades representadas nos CPLP, como já é do vosso conhecimento de colaborações anteriores que muito agradecemos. Todos os livros integrarão Bibliotecas escolares, escolas e, ainda, servirão para a formação de professores.
A todos os que se juntarem a nós e participarem, terão o nosso reconhecimento e o nosso sentido bem-haja.
Juntem-se a nós nesta demanda.
Um Abraço e Feliz Primavera.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Sara Rodrigues e Cristina Resina apresentam "MARIA E SEBASTIÃO"
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
PARECE QUE FOI ONTEM. OBRIGADA NELSON MANDELA.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
ONTEM NA ACADEMIA DE CIÊNCIAS - HOMENAGEM AO SENHOR EMBAIXADOR LAURO MOREIRA






sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Aristides de Sousa Mendes - O Consul sem medo (Sugestão de uma amiga M.)

ARISTIDES SOUSA MENDES


Aristides Sousa Mendes, com o rabino Krueger, em Lisboa, no ano de 1940
VIDA
Aristides de Sousa Mendes nasceu a 19 de Julho de 1885, em Cabanas de Viriato, perto de Mangualde. Em 1910, iniciou a sua carreira de diplomata em Demerara, na Guiana Inglesa, seguindo-se, no ano seguinte, a colocação em Zanzibar, na Índia. Em 1918, exerceu funções em Curitiba, no Brasil, das quais foi suspenso, acusado de ser anti-republicano e anti-democrata. Passados dois anos, a pena foi-lhe levantada e Aristides apareceu colocado em S. Francisco, EUA, onde ganhou a animosidade de elementos da comunidade portuguesa, acusados pelo diplomata de favorecimento próprio à custa dos seus compatriotas. Aristides voltou então para o Brasil, onde permaneceu até ao golpe do 28 de Maio de 1926. Chamado a Portugal, seguiu no ano seguinte para Vigo, Espanha, e, depois, para Antuérpia, Bélgica, onde foi condecorado por duas vezes pelo rei Leopoldo III com as insígnias de Oficial da Ordem de Leopoldo e de Comendador da Ordem da Coroa. Entretanto, casou com uma prima, de quem teve 14 filhos. Em 1938, foi transferido para o consulado de Bordéus, França, onde se desenrolaram os acontecimentos que haveriam de transformar a sua vida.
Em 1940, perante o avanço das forças nazis em França, Aristides de Sousa Mendes e à revelia das ordens de Salazar, passou milhares de vistos que permitiram a cerca de 30 mil perseguidos do nazismo, dos quais 10 mil judeus, alcançar Portugal e daqui os EUA. A acção decorreu durante três dias e prolongou-se por Baiona e Hendaia onde, nesta terra fronteiriça, ainda conseguiu fazer passar uma coluna de mil refugiados, apesar das indicações dadas aos guardas espanhóis de não validade dos vistos passados pelo diplomata português.
A sua atitude mereceu a condenação de Salazar, que ordenou o seu regresso imediato a Portugal e lhe mandou instaurar um processo disciplinar sob a acusação de "desobediência, falsificação de escritos, abandono de lugar e concussão'. Aristides ainda se defendeu junto da Assembleia Nacional, mas o veredicto foi implacável. Em Outubro de 1940, foi condenado à "pena de um ano de inactividade com direito a metade do vencimento de categoria, devendo em seguida ser aposentado".
O diplomata conheceu então grandes dificuldades que o levaram a perder a família que se dispersou por diversos países e a ter de vender o património. Em 1954, no Hospital da Ordem Terceira, encontrou a morte depois de uma prolongada doença e muitos anos de uma vida próxima da miséria.

Aristides Sousa Mendes e família
Procurar dia 1 de Junho 2005


Aristides Sousa Mendes, com o rabino Krueger, em Lisboa, no ano de 1940
Aristides de Sousa Mendes nasceu a 19 de Julho de 1885, em Cabanas de Viriato, perto de Mangualde. Em 1910, iniciou a sua carreira de diplomata em Demerara, na Guiana Inglesa, seguindo-se, no ano seguinte, a colocação em Zanzibar, na Índia. Em 1918, exerceu funções em Curitiba, no Brasil, das quais foi suspenso, acusado de ser anti-republicano e anti-democrata. Passados dois anos, a pena foi-lhe levantada e Aristides apareceu colocado em S. Francisco, EUA, onde ganhou a animosidade de elementos da comunidade portuguesa, acusados pelo diplomata de favorecimento próprio à custa dos seus compatriotas. Aristides voltou então para o Brasil, onde permaneceu até ao golpe do 28 de Maio de 1926. Chamado a Portugal, seguiu no ano seguinte para Vigo, Espanha, e, depois, para Antuérpia, Bélgica, onde foi condecorado por duas vezes pelo rei Leopoldo III com as insígnias de Oficial da Ordem de Leopoldo e de Comendador da Ordem da Coroa. Entretanto, casou com uma prima, de quem teve 14 filhos. Em 1938, foi transferido para o consulado de Bordéus, França, onde se desenrolaram os acontecimentos que haveriam de transformar a sua vida.

Aristides Sousa Mendes e família
Lembrar o Holocausto
Ontem
Álvaro de Sousa Mendes, neto de Aristides de Sousa Mendes transmite a mensagem dos "valores actuais" deixados pelo avô.
Setenta anos passados, os jovens precisam de aprender os valores deixados por Arisitides Sousa Mendes, algo que o neto Álvaro recorda a cada nova evocação da memória do avô. "Deu-se a milhares de pessoas que não conhecia", afirmou, ontem, na visita ao Colégio Luso-Internacional do Porto (CLIP).
É essa a lição que ensina sempre que visita uma escola para explicar o que foi o Holocausto e o papel que Aristides de Sousa Mendes teve na vida das milhares de pessoas a quem deu vistos de entrada em Portugal, à revelia das ordens de Salazar: a de "querer saber dos outros e dar a mão aos outros".
Álvaro Sousa Mendes, presidente do Conselho de Administração da Fundação Aristides de Sousa Mendes, confessa sentir o "peso enorme da responsabilidade" de passar a mensagem "de solidariedade e de amor pelo próximo" que herdou da vida do avô. "O aspecto educativo é um dos principais objectivos da Fundação", esclareceu, antes de falar aos cerca de 200 alunos do CLIP que encheram o anfiteatro do colégio para o ouvirem.
É durante estes encontros que Álvaro tem a certeza da admiração que as gerações mais novas têm pelo cônsul Aristides de Sousa Mendes. "Sinto grande satisfação por ver os jovens tão interessados nesta temática", explicou.
É para materializar o legado do cônsul português em Bordéus, durante a Segunda Guerra Mundial, que a Fundação a que Álvaro preside pretende recuperar a casa onde Aristides de Sousa Mendes viveu, em Cabanas de Viriato, Carregal do Sal, Viseu. Lá, o sonho é construir um "Museu do Holocausto, uma biblioteca e um arquivo" para que o legado de Aristides de Sousa Mendes não caia no esquecimento.
ONTEM no Jornal de Notícias
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Cantem connosco para que o sonho não fuja.
http://www.youtube.com/watch?v=JNl91QXws7o
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
SOLIDARIEDADE MARISTA
| SOLIDARIEDADE - FINALISTAS 2009/2010 |
Na Viagem de Finalistas a Cuba, os alunos pretendem ajudar as duas Comunidades Maristas - Cienfuegos e Havana - que existem na ilha, levando consigo bens como, medicamentos e material escolar: Vitamina c – Cecrisina, Redoxon ou outro; Vitamina b1 e b6 –Becozyme ou outro; Mucossolvan, Broncoliber, Bissolvon ou outro;Bisoprolol Jaba, Concor ou outro; Voltaren, Flameril, ou outro anti-inflamatório; Aspirina 500; Parlodel ou outro; Lápis de carvão e de cor e Borrachas. As marcas de medicamentos apresentadas são exemplos. 26 de Janeiro a 05 de Fevereiro Os medicamentos deverão ser entregues em embalagem fechada na Dádinha, o material escolar deverá ser depositado nas caixas que se encontram com corredor principal.
RETIRADO DAQUI |
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
MICRO ARTE APRESENTA - BRANISLAV MIHAJLOVIC
sábado, 23 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Were the wild things are, de Maurice Sendak
NÃO DEIXEMOS MORRER O SONHO

A OLHA aconselha a leitura deste livro.
Aula de Desgramática Poética
(Tal e qual a desa pren deu Luiz Car los Ramos,
no Livro das Igno rã ças, de Manuel de Bar ros)
— Muito bem, cri an ças. Hoje vamos apren der a fazer poe sia com o poetaManuel de Bar ros…
Não se pre o cu pem, essa des gra má tica é apro pri ada a poe tas – essa dis cordân cia de número: o João é de Barro, mas o Manoel, de Barros…
Isso por que os poe tas são sem pre seres plu rais. E, na poe sia, o que importa não são as regras, mas os acidentes.
Foi o Roga ci ano, que era índio guató, que con tou a ele seguinte cosmologia:
“O mundo não foi feito em alfa beto. Senão que pri meiro em água e luz. Depois árvore. Depois lagar ti xas. Apa re ceu um homem na beira do rio. Apa re ceu uma ave na beira do rio. Apare ceu a con cha. E o mar estava na con cha. A pedra foi des coberta por um índio. O índio fez fós foro da pedra e inven tou o fogo pra gente fazer bóia. Um menino escu tava o verme de uma planta, que era pardo. Sonhava-se muito com pere re cas e com mulhe res. As mos cas davam flor em março. Depois encon tra mos com a alma da chuva que vinha do lado da Bolí via – e demos no pé.”
Manoel, o poeta de Bar ros, conta que apren deu a fazer poe sia brin cando de des gra má tica, ou como ele cha mava, de agra má tica… é, de fazer defeito nas fra ses. ” Há que ape nas saber errar bem o seu idi oma”, explica.
A brin ca deira é assim, ele desen sina: Pri meiro, a gente tem que desin ven tar obje tos. O pente, por exem plo. Dar ao pente fun ções de não pen tear. Até que ele fique à dis po si ção de ser uma begô nia. Ou uma gra va nha. Usar algu mas pala vras que ainda não tenham idi oma. Repe tir repe tir – até ficar dife rente. Por que Poe sia é voar fora da asa. Ser puxado por ven tos e palavras.
Vamos ten tar? O Manoel começa e vocês continuam:
“ — Tirei as tri pas de uma palavra.”
“— A chuva defor mou a cor das horas.”
“— No chão da minha voz tem um outono.”
“— Sobre meu rosto vem dor mir a noite.”
“— Eu sou cul pado de mim.”
“— Eu escrevo o rumor das palavras.”
“— Lugar sem com por ta mento é o coração.”
“— Escuto a cor dos peixes.”
“— O escuro enfra quece meu olho.”
“— Ando muito com pleto de vazios.”
“— A minha inde pen dên cia tem algemas.”
“— Inclino a fala para uma oração.”
“— As coi sas me ampli a ram para menos.”
“— Me man ti mento de ventos.”
…
— Para béns cri an ças, vocês já estão diplo ma das em desgramática!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
HOJE A KITTY ESTÁ MAIS TRISTE... E FELIZ AO MESMO TEMPO.


Miep Gies, a última sobrevivente do grupo que ajudou a proteger Anne Frank e a sua família dos Nazis, morreu ontem, na Holanda, aos 100 anos.
Etiquetas
- 15º 15º Encontros Luso-Galaico- Franceses do Livro Infantil e Juvenil
- Academia PT
- Actividades
- Ana Viotti
- Anne FranK
- António Feio
- António José Borges
- António Telmo
- Apelo
- Aristides de Sousa Mendes
- Arte
- Até já
- Bazar Academia PT
- Bom Dia Pastoral
- BRANISLAV MIHAJLOVIC
- Carolina Flores
- Celebrações
- Cinema
- Convites
- Dia Mundial da Criança
- EMBAIXADOR LAURO MOREIRA
- Era uma vez
- Eventos
- Exposições
- Farol dos Sonhos
- Férias
- Guiné
- Homenagem
- Hugo Israel
- IMF
- Irmão Costa
- Isidro Ferrer
- JUV
- Lançamentos
- Literatura
- Luandino Vieira
- Lusofonia
- Manoel de Barros
- MICHEL GIACOMETTI
- Miep Gies
- MIL
- MIL-HAFRE
- Museus
- Natal
- NELSON MANDELA
- Nova publicação
- Participação OLHA
- Personalidades
- POP UP
- Prémio
- Promoção Livros
- Pulguinha
- SADAKO SASAKI
- Santo António
- Solidariedade
- Solidariedae
- Temas relacionados
- Teresa Lima
- Timor
- Trabalhos em casa
- Yuri















