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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

HUGO ISRAEL , Mentor and creative director of Pop Up




He is a multifaceted artist who chose photography, performance and installation as privileged subjects of its artistic expression. Summing to that he developed a career in communications, production and brands activation, experiences that gave him comprehensive and contemporary artistic notions. In 2008 he published the poetry book “Amor ah Tona” under Hugo Villier pseudonym. The following year he made his debut as mentor and artist-curator of Pop Up Lisboa project. In 2010, he put hundreds of people releasing suppressed emotions and negative feelings with the installation “Prato do Dia: Burnout” a work presented in Chiado After Work, an event sponsored by Chiado district association. Hugo Israel defines himself as a “creative agent” and through its work aims to promote exchange between artists and the community, encouraging multidisciplinary meeting moments, based on experience and interaction enhanced by the urban space inhabitat.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Carolina Flores, uma das ilustradoras do livro "Era uma vez... Um Mundo"


Carolina Flores, uma artista multifacetada.


É também uma das autoras do Livro infantil "Era uma vez... Um Mundo", onde apresenta uma ilustração minimalista e certeira. Uma das melhores ilustrações dos livros que já publiquei.
Carolina Flores é estudante na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

Aqui, fotografias do making of da reportagem sobre bloggers e moda - MÁXIMA.
Procurem-na. Está a apresentar o seu blog em consultoria de imagem, como personal stylist, no Oeiras Parque.

http://lastminutedreams.blogspot.com/2010/05/m-k-i-n-g-o-f-f.html

Este livro foi distinguido com o Prémio Literário Matilde Rosa Araújo - Revelação na Literatura Infantil e Juvenil em 2009, pela Câmara Municipal de Cascais. Parabéns a todos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Já temos saudades.


Ele foi mas as memórias ficam.

RIP António.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

SADAKO SASAKI

"I will write peace on your wings and you will fly all over the world"

Sadako Sasaki


Sadako e o TSURU da Paz

Uma crença popular ficou associada a uma história que aconteceu no pós-guerra depois da explosão das bombas nucleares que atingiram milhares de civis, mulheres, idosos, e muitas crianças...
Uma dessas crianças chamava-se Sadako Sasaki, que com dois anos de idade vivia a uma distância considerável do local da explosão. Sadako sobreviveu sem aparentar efeitos nocivos e viveu uma infância feliz, a brincar.
Dez anos se passaram e Sadako cresceu forte, sensível e bonita. Aos doze anos Sadako gostava muito de correr. Um dia, muito cansada, caiu. Foi levada para o hospital onde descobriram que tinha Leucemia, denominada na altura como "Doença da Bomba", pois se tinha desenvolvido devido a exposição à radiação.
Uma vez no Hospital, todos os dias a sua melhor amiga levava bonitos papéis e a ensinou a dobrar o pássaro TSURU. Juntas dobravam, e juntas falavam da lenda dos 1000 TSURUS, quem os fizer o seu desejo se realizará, assim o dizem. Por cada TSURU dobrado, o desejo era sempre o mesmo - para ficar bem.
A menina Sadako mais tarde decidiu que, mesmo com muito esforço, terminaria os mil TSURUS pensando e pedindo para que nunca mais nenhuma criança tivesse que sofrer os males da guerra.
No dia 25 de Outubro de 1955, Sasako dobrou o seu último TSURU nº 644, não resistiu à doença e nesse dia se tornou mais um dos muitos acidentes de uma guerra que tinha terminado dez anos atrás.

Os seus colegas da escola acabaram os restantes 366 TSURUS que faltavam para homenagear a memória e pedido de Sadako e participaram do seu desejo de que bombas de destruição massiva não seriam utilizadas novamente. Os 39 colegas de turma da menina Sadako conseguiram mobilizar mais de 3000 escolas no Japão e nove de outros países e assim conseguiram juntar a quantia necessária para a construção do "Monumento das crianças à Paz"(1958), localizado no parque da Paz, em Hiroxima.
Ficou um monumento para homenagear Sadako, tal como todas as crianças que morreram devido à guerra, que mais tarde se tornou um símbolo internacional da Paz.

Todos os anos, milhares de crianças visitam o memorial trazendo cadeias de TSURUS dobrados para colocar na sua base. Cada um TSURU é uma oração e o desejo de milhares pela Paz.


A guerra tem efeitos duradouros. Muito tempo depois da agressão ter cessado os efeitos negativos continuam. O Japão é apenas um dos inúmeros países que continua a ser atormentado pelos efeitos das bombas atómicas que foram lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki. A história de Sadako Sasaki desperta para a discussão sobre a necessidade de Paz, nomeadamente para as crianças.


mais informação sobre o monumento
http://www.city.hiroshima.jp/shimin/heiwa/monument.html

dados para enviar TSURUS para Japão
http://www.city.hiroshima.jp/shimin/heiwa/crane.html

mais informação sobre origami e Sadako
http://seinensa.vilabol.uol.com.br/cultura/origami/origami.htm

mais uma lenda TSURU. Um filme /animação bonito com atmosferas japonesas. em japonês...
http://www.youtube.com/watch?v=dh6jkeVn3nM


RETIRADO DAQUI:

quarta-feira, 28 de abril de 2010

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

PARECE QUE FOI ONTEM. OBRIGADA NELSON MANDELA.



Fotografia retirada DAQUI

27 anos. O TEMPO que Nelson Mandela ficou preso por lutar contra a desigualdade na Africa do Sul.


A CELA DE NELSON MANDELA AQUI

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Aristides de Sousa Mendes - O Consul sem medo (Sugestão de uma amiga M.)

O maior desejo da Kitty é que a Ana não esqueça a História que lhe trouxe.

Nós não vamos esquecer. Podes ficar descansada Kitty, o teu amigo está aqui.




ARISTIDES SOUSA MENDES





Aristides Sousa Mendes, com o rabino Krueger, em Lisboa, no ano de 1940

VIDA
Aristides de Sousa Mendes nasceu a 19 de Julho de 1885, em Cabanas de Viriato, perto de Mangualde. Em 1910, iniciou a sua carreira de diplomata em Demerara, na Guiana Inglesa, seguindo-se, no ano seguinte, a colocação em Zanzibar, na Índia. Em 1918, exerceu funções em Curitiba, no Brasil, das quais foi suspenso, acusado de ser anti-republicano e anti-democrata. Passados dois anos, a pena foi-lhe levantada e Aristides apareceu colocado em S. Francisco, EUA, onde ganhou a animosidade de elementos da comunidade portuguesa, acusados pelo diplomata de favorecimento próprio à custa dos seus compatriotas. Aristides voltou então para o Brasil, onde permaneceu até ao golpe do 28 de Maio de 1926. Chamado a Portugal, seguiu no ano seguinte para Vigo, Espanha, e, depois, para Antuérpia, Bélgica, onde foi condecorado por duas vezes pelo rei Leopoldo III com as insígnias de Oficial da Ordem de Leopoldo e de Comendador da Ordem da Coroa. Entretanto, casou com uma prima, de quem teve 14 filhos. Em 1938, foi transferido para o consulado de Bordéus, França, onde se desenrolaram os acontecimentos que haveriam de transformar a sua vida.

Em 1940, perante o avanço das forças nazis em França, Aristides de Sousa Mendes e à revelia das ordens de Salazar, passou milhares de vistos que permitiram a cerca de 30 mil perseguidos do nazismo, dos quais 10 mil judeus, alcançar Portugal e daqui os EUA. A acção decorreu durante três dias e prolongou-se por Baiona e Hendaia onde, nesta terra fronteiriça, ainda conseguiu fazer passar uma coluna de mil refugiados, apesar das indicações dadas aos guardas espanhóis de não validade dos vistos passados pelo diplomata português.

A sua atitude mereceu a condenação de Salazar, que ordenou o seu regresso imediato a Portugal e lhe mandou instaurar um processo disciplinar sob a acusação de "desobediência, falsificação de escritos, abandono de lugar e concussão'. Aristides ainda se defendeu junto da Assembleia Nacional, mas o veredicto foi implacável. Em Outubro de 1940, foi condenado à "pena de um ano de inactividade com direito a metade do vencimento de categoria, devendo em seguida ser aposentado".

O diplomata conheceu então grandes dificuldades que o levaram a perder a família que se dispersou por diversos países e a ter de vender o património. Em 1954, no Hospital da Ordem Terceira, encontrou a morte depois de uma prolongada doença e muitos anos de uma vida próxima da miséria.


Aristides Sousa Mendes e família

Procurar dia 1 de Junho 2005

(AQUI)


Lembrar o Holocausto

A história de... Álvaro Sousa Mendes, presidente do Conselho de Administração da Fundação Aristides de Sousa Mendes

Ontem

MARIA CLÁUDIA MONTEIRO

Álvaro de Sousa Mendes, neto de Aristides de Sousa Mendes transmite a mensagem dos "valores actuais" deixados pelo avô.

Setenta anos passados, os jovens precisam de aprender os valores deixados por Arisitides Sousa Mendes, algo que o neto Álvaro recorda a cada nova evocação da memória do avô. "Deu-se a milhares de pessoas que não conhecia", afirmou, ontem, na visita ao Colégio Luso-Internacional do Porto (CLIP).

É essa a lição que ensina sempre que visita uma escola para explicar o que foi o Holocausto e o papel que Aristides de Sousa Mendes teve na vida das milhares de pessoas a quem deu vistos de entrada em Portugal, à revelia das ordens de Salazar: a de "querer saber dos outros e dar a mão aos outros".

Álvaro Sousa Mendes, presidente do Conselho de Administração da Fundação Aristides de Sousa Mendes, confessa sentir o "peso enorme da responsabilidade" de passar a mensagem "de solidariedade e de amor pelo próximo" que herdou da vida do avô. "O aspecto educativo é um dos principais objectivos da Fundação", esclareceu, antes de falar aos cerca de 200 alunos do CLIP que encheram o anfiteatro do colégio para o ouvirem.

É durante estes encontros que Álvaro tem a certeza da admiração que as gerações mais novas têm pelo cônsul Aristides de Sousa Mendes. "Sinto grande satisfação por ver os jovens tão interessados nesta temática", explicou.

É para materializar o legado do cônsul português em Bordéus, durante a Segunda Guerra Mundial, que a Fundação a que Álvaro preside pretende recuperar a casa onde Aristides de Sousa Mendes viveu, em Cabanas de Viriato, Carregal do Sal, Viseu. Lá, o sonho é construir um "Museu do Holocausto, uma biblioteca e um arquivo" para que o legado de Aristides de Sousa Mendes não caia no esquecimento.

ONTEM no Jornal de Notícias

(AQUI)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

HOJE A KITTY ESTÁ MAIS TRISTE... E FELIZ AO MESMO TEMPO.


Morreu Miep Gies, a guardiã do diário de Anne Frank

Ontem

Morreu Miep Gies, a guardiã do diário de Anne Frank

Miep Gies, a última sobrevivente do grupo que ajudou a proteger Anne Frank e a sua família dos Nazis, morreu ontem, na Holanda, aos 100 anos.

Durante dois anos, entre 1942 e 1944, a jovem Anne Frank e a sua família viveram escondidas num anexo à loja do pai, Otto Frank, em Amesterdão. A família era ajudada por um grupo de amigos, entre os quais Miep Gies, que lhes fornecia comida e outros bens de primeira necessidade. Quando a polícia Nazi os encontrou, os oito clandestinos foram deportados e Anne Frank acabou por morrer com tifo no campo de concentração de Bergen-Belsen.
Foi Miep Gies que guardou o diário que Anne Frank tinha escrito durante o período em que esteve escondida e que, em 1947, o devolveu a Otto Frank. O pai de Anne Frank foi o único do grupo do anexo que sobreviveu à guerra.
'O Diário de Anne Frank' tornou-se um dos livros mais vendidos em todo o mundo. Desde então, Miep Gies tem viajado por vários países para dar palestras sobre Anne Frank e sobre a sua experiência, decidida a preservar a memória daqueles que morreram na Segunda Guerra Mundial.

Notícia retirada do jornal "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

PREPARATIVOS PARA O NATAL COM O YURI

CLICA SOBRE A IMAGEM PARA MELHOR LEITURA

terça-feira, 10 de novembro de 2009

UM ABRAÇO. UM OLHAR. A CRIATIVIDADE NAS MÃOS DE UMA ARTISTA. JUV.


JUV é uma marca.

A marca moldada pelas mãos de uma artista que agora vos damos a conhecer.

Todas as personagens d'O CONVITE são cuidadosamente traspostas de 2D para 3D com a mestria de quem molda o mundo à sua medida.

JUV é já uma artista reconhecida.

Estudante de Arte Multimédia - ANIMAÇÃO, na FBAUL, faz vários trabalhos na área de animação e moldagem de personagem e em vários materiais.

Agora, podes ter a Ana, a Bjork, a Kitty, a Sadako, o Yuri, o Kay e o Nangu com a assinatura de JUV.

Todos os bonecos são numerados.

A partir de hoje disponíveis para encomenda.






segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A GUERRA DOS FAZEDORES DE CHUVA COM OS CAÇADORES DE NUVENS -UM OLHAR






José Lundino Vieira mostra aos mais pequenos

a melhor definição de guerra jamais lida por nós, no livro/album

"A GUERRA DOS FAZEDORES DE CHUVA COM OS CAÇADORES DE NUVENS."

Trata-se de uma estória sobre guerras entre

" invadidos com os invasores.

Dos oprimidos com os opressores" (...)

E um conselho importante:

(...)"na dúvida, sempre a favor dos oprimidos."

Um texto interessante nos dias que correm onde a história

nem sempre é contada de forma mais isenta e

a identidade lusófona atravessa uma forte renovação.

Texto de José Luandino Vieira

Ilustrações a partir de cópias, recriações e colagens

de motivos dos povos do Nordeste de Angola, gravadas em cabaças.

Publicação da CAMINHO, 2006



É UM LIVRO IMPERDÍVEL.


O que temos para vos dizer

A minha foto
Acreditamos que o mundo é a nossa casa.